segunda-feira, 11 de junho de 2018

Sexo mesmo quando é ruim é bom!


Sexo pode ter de tudo um pouco: fantasia, fetiche, energia tântrica, posições variadas, apetrechos criativos, pegada selvagem e muito mais! E terminar com um grito de prazer. Como um gol de placa!

Ou menos!

Sem nada disso, meia boca, rapidinho, prazer discreto e só um pequeno relaxamento! Terminando com um sorriso no canto da boca. Um gol tipo de canela!

Os dois valem!

O sexo maravilhoso da semana passada pode ser seguido por um gozo fraquinho hoje.

Ou até mesmo sem clímax. Quem disse que ele é indispensável?

Duas coisas nos ajudam a curtir uma e outra forma: não ter expectativas e aceitar "o que se tem pra hoje".

Expectativas nos deixam escravizados ao passado querendo (re)desenhar o futuro. Raramente funciona.

Claro, ter desejos é fundamental e nos move no caminho da evolução. E desejo de prazer carnal é muito legítimo.

Só que devemos ter os desejos mas depois nos desapegarmos deles. E aí entramos no fluxo do Universo.

Um bom raciocínio é que cada prazer novo deve ser adicionado à cesta dos prazeres já vividos. Somado, sem comparações entre eles!

E esquecendo eventuais emoções negativas como culpa, escassez e vergonha.

Assumindo a bandeira realista e pragmática "O QUE TEMOS PRA HOJE". Uma boa receita de vida pra quase tudo que nos acontece.

Do sexo ao lazer, do dever às possibilidades.

E ao amor, especialmente.

Aliás, se conseguirmos juntar sexo, amor e paixão estaremos no melhor dos mundos!

Eu ando separando ultimamente... mas confesso que preferiria estar integrando todos eles!

Um comentário:

  1. Muito legal o seu texto, caro Arnaldo. Uma visão na mosca sobre a vivência, ou a experiência, sexual!
    Dá prazer essa leitura! Rsrsrs

    ResponderExcluir